
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Ó pai...

segunda-feira, 19 de julho de 2010
A mulher vendada

sábado, 10 de julho de 2010
Os meus filhos não são meus

sexta-feira, 9 de julho de 2010
És o elo mais fraco, adeus.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Fui à Alemanha, outra vez

terça-feira, 18 de maio de 2010
Alergia - esse calvário
Para quem não tem alergias na Primavera este texto não terá qualquer interesse, ou não, mas para quem tiver, a identificação com o que está aqui descrito já por si é reconfortante na medida em que não nos sentimos sós no nosso calvário. Sim porque é disso mesmo que estou a escrever. Um calvário.
Dou-vos um exemplo prático. Há algum tempo, quando tinha mota, sim que eu sou motard sem mota (troquei as motas pelos filhos), havia alturas em que eu tinha que pura e simplesmente parar na berma da estrada para espirrar, espirrar, espirrar, às vezes até dava para desligar a mota, tirar o capacete, desenturpecer as pernas enquanto espirrava. Cheguei a contar várias vezes 20 espirros de seguida. Ora se pensarmos bem, o esforço requerido para dar 20 espirros de seguida é enorme. A contração do diafragma, dos musculos peitorais e dos faciais. É mais duro que fazer desporto com a agravante de que não se está a ter prazer nenhum. Por vezes e também a andar de mota, mas isto acontecia em qualquer lugar fosse na mota ou não. O nariz começava a largar água. Não é ranho. É água. Enormes quantidades de água. Não há lenços que aguentem. Aquilo mais parecia uma torneira. Eventualmente quem sabe até contribua para perigosos níveis de desidratação se os líquidos não forem repostos. Outras vezes umas remelas que se atravessavam nos olhos e que se conseguem agarrar com as pontas dos dedos e parecem uma espécie de elásticos que vão de um lado ao outro do olho. É simplesmente horrivel.
Há umas árvores em Lisboa, de crescimento rápido e muito populares que na altura da Primavera largam uma espécie de algodão. Aquilo é o inferno disfarçado. E depois vem o calor, mas no princípio da Primavera ainda arrefece à noite, e então curiosamente parece que a diferença térmica propícia ao agudizar da alergia. O que recapitulando até aqui faz com que a Primavera, os pólens, o sol e as diferenças térmicas próprias da Primavera sejam o tal calvário a que me referi anteriormente. Juntem-lhe a poluição e pronto. Nem me perguntem como é que eu estou.
Ora infelismente e não obstante eu ter sido agraciado com este belo corpinho, calhou-me em sorte a particularidade de ter renite alérgica, ou sinosite, ou seja lá o que for que me deixa de rastos. Por vezes alguém tenta sugerir isto ou aquilo. Pois eu já experimentei de tudo. Todos os tipos de comprimidos contra a alergia. Uns dão sonolência e não tiram a alergia totalmente, secando isso sim a mucosa nazal. Então um tipo espirra, sem ranho e tem sono. O que é estranho se pensarem bem.
Para mal dos meus pecados este ano percebi que o meu filho também tem alergia e que já está a tomar os tais comprimidos. Terei de ser o mais compreensível com ele e estar do lado dele. Pois até hoje ainda não tomei “o” comprimido que me tirasse a alergia... por mais que eles sejam publicitados pelas farmácias.
Beijinhos e essas coisas,
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Por causa do Papa

Bom. Não estava o Papa mas estava o tio João. E foi com ele que afinal fomos ter. Almoçámos os três, conversámos, tirámos umas fotos e lá voltámos para Telheiras mas desta vez de metro que já estava a funcionar outra vez. Gosto de passear com a minha filha, seja lá porque razão for e é muito giro poder ter esses momentos com ela. Se pudesse agredecería pessoalmente ao Papa o facto de nos ter proporcionado mais este momento. Como não posso directamente vai através de Deus que espero aceda ao meu pedido de lhe agradecer por mim. Talvez ele sinta um aperto nas costas. Será o meu abraço de agradecimento.
Beijinhos e essas coisas,
